Tumor no rim | Selecções do Reader's Digest

Tumor no rim

Este tumor maligno tem origem nas células dos túbulos renais. E o tumor maligno renal mais frequente, correspondendo a 80% dos casos.
Sintomas
Na maior parte das vezes, não há sintomas; por vezes, dores surdas na zona lombar; crónicas, originando um desconforto moderado; mais raramente, cólica nos rins ou sangue na urina. Em geral, a descoberta faz-se acidentalmente durante uma ecografia por outros motivos ou devido a quaisquer complicações.
 
 
Pessoas mais em risco
É mais frequente nos homens entre os 40 e os 60 anos. Os quistos (tumores benignos) afectam homens e mulheres e a sua frequência aumenta com a idade.
Os tumores malignos são mais frequentes depois dos 55-60 anos.
 
 
Porque dói?
A dor é normalmente provocada por uma distensão da cápsula do rim.
 
 
O que pode fazer?
Em caso de dor crónica e só de um lado na zona lombar, consulte o médico para verificar a origem da dor.
 
 
Que tratamentos?
Cancro do rim: é imperativa uma intervenção cirúrgica para remoção do tumor, sendo por vezes necessário extrair todo o rim. Actualmente, este é o único tratamento eficaz, pois os resultados da quimioterapia e da radioterapia não são satisfatórios. A intervenção faz-se abrindo a cavidade abdominal sob as costelas, ou abrindo a fossa lombar pelo lado. A opção depende da preferência do cirurgião e do tipo de tumor.
 
Após a intervenção, a dor (que dura alguns dias) é aliviada com medicamentos morfínicos. Só muito raramente ficam sequelas dolorosas ao nível da cicatriz (do tipo nevralgias), que são tratadas numa primeira fase com vitaminas B1-B6 e, se necessário, com carbamazepina ou antidepressivos imipramínicos. A ablacão do rim não origina nenhuma fragilidade particular, pois o outro rim funciona pelos dois.
 
De qualquer forma, o bom senso sugere que se tomem algumas precauções: não pratique nenhum desporto violento (um traumatismo grave num rim único pode ter consequências muito graves), consulte rapidamente o médico em caso de dores na zona do rim que lhe resta e seja acompanhado regularmente por um médico. Para além disto, não há nenhum regime alimentar particular nem restrições no plano profissional.
Após a ablacão do rim canceroso, deve ter vigilância médica durante pelo menos 10 anos e fazer exames radiológicos e análises ao sangue. A frequência usual das consultas de vigilância é uma vez de 6 em 6 meses.
Quisto no rim: estes tumores benignos raramente requerem intervenção cirúrgica. Na maior parte dos casos, basta uma simples vigilância. Apenas nos casos de complicações infecciosas, hemorragias ou dores se coloca a hipótese de cirurgia. A intervenção consiste em retirar o quisto por uma incisão na fossa lombar. As dores pós-operatórias exigem produtos morfínicos durante uma semana. Pode haver, mas é raro acontecer, sequelas dolorosas do tipo nevrálgico na zona da cicatriz, Numa primeira fase, estas sequelas são tratadas com vitaminas B1-B6; e, no caso de insucesso, com carbamazepina ou antidepressivos imipraminicos.
Por vezes, a intervenção consiste em fazer uma punção do quisto e esclerosá-lo. Este procedimento não é doloroso, pois não deixa cicatrizes. O inconveniente é o risco de recidivas.
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