Comece o percurso na Praça D. Pedro V. Passeie os olhos por algumas interessantes casas oitocentistas e dirija-se à Igreja de Santa Maria da Devesa, erguida no século XVIII sobre um templo mais antigo.
Pelo interior do pinhal até ao Zêzere7 A calmaria do pinhal abre as portas para uma viagem por estes lugares de Castelo Branco, passe pelos monumentos históricos e aviste a paisagem do rio Zêzere.
À vista do Atlântico, rumo à foz do Minho6 Ao longo de um litoral pontuado por pequenas fortalezas, somos
conduzidos à embocadura do Minho, onde o encontro entre as águas
fluviais e oceânicas origina um microclima de amenas temperaturas,
decisivo para o perfil económico da zona. Marinheiros, comerciantes e
pescadores foram os protagonistas da ascensão de Caminha. As
vicissitudes do tempo não desvirtuaram, contudo, o seu encanto.
Da verdura da serra ao agreste do vale do Tejo5 No cabeço coroado pela Igreja de Nossa Senhora da Graça, implantava-se a antiga povoação de Nisa. Visite estas terras carregadas de simbolismo histórico.
Monsanto, rudeza e encanto5 Monsanto é uma vila cheia de usos e costumes com forte carga simbólica. O seu artesanato e monumentos históricos atraem turistas. Não deixe de visitar esta vila.
Leiria4 «Ai flores, ai flores do verde pino, se sabedes novas do meu amigo! Ai Deus. e u é'?». Leiria é essa grandiloquência de um vasto pinhal de lenda e de verdade que guarda o interior povoado das areias do mar e se tornou casco de barcas e naus de conquista até às Índias.
Beira - Serra de gados e pão4 Este é o coração da Beira Alta e serrana, onde o amanho do pão sempre custou fartos suores, onde a inteireza do carácter se media pela rijeza do granito, onde fidalguias de sangue ergueram fartas moradias e a mesa e a porta se abriam sempre a quem viesse.
Cacela-a-Velha4 Perto do limite leste da ria Formosa, no topo de uma colina sobranceira aos sapais, ergue-se a Fortaleza de Cacela-a-Velha, reconstruída após o terramoto de 1755.
Castro verde: uma vila histórica3 Castro Verde é uma vila simpática e jovem que não desilude quem procura história e tradições. Descubra dois dos aspectos que a marcam mais claramente: o património religioso, que tem como ponto alto a Basílica Real, e as suas casas apalaçadas, de finais do século XIX e princípios do século XX, pertença de grandes lavradores da região.
À sombra do Roxo3 O Baixo Alentejo não se esgota na imensa planície amarela que se mostra a quem a atravessa pela grande estrada a caminho do Algarve. Quando o céu é generoso e enche as albufeiras, o tradicional sequeiro dá lugar a coloridos campos de milho, arroz, tomate e girassol, que transformam a paisagem e desmentem uma boa parte das ideias feitas sobre esta região.
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