Matemática: um problema a resolver Há demasiados jovens portugueses que não sabem Matemática. De quem é a culpa? Até ao 7º ano, Sofia Maia nunca tinha tido grandes dificuldades em Matemática. Conseguia mesmo obter boas notas. Depois, tudo mudou: o professor de Matemática do 8.º ano meteu baixa por motivo de doença, e a turma ficou sem aulas durante várias semanas. Quando veio o professor substituto, começaram os problemas. "Nunca mais me empenhei e fui perdendo o interesse pela disciplina", conta. "Acabei por ir para Humanísticas para fugir à Matemática."

Sofia entrou para o curso de Comunicação Social, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas de Lisboa. Tudo teria corrido bem, não fossem as cadeiras de Matemática e Estatística e de Economia. Hoje, com 27 anos, tem o curso incompleto porque nunca conseguiu acabá-las. "O professor de Matemática 'despejava' a matéria toda sem se preocupar se a tínhamos percebido ou não", diz. "E eu tinha tanta aversão aos números que nem ia aos exames."

No dia a dia de Sofia, a falta de conhecimentos de matemática causa-lhe um certo embaraço. "O pior são os trocos", confessa. "Não é a preguiça de conferi-los, tenho é de contar pelos dedos porque não consigo fazer contas de cabeça." No entanto, é no seu trabalho como jornalista que se sente mais prejudicada. "Não tenho problemas em escrever a maior parte dos artigos, até porque há sempre uma máquina de calcular à mão", diz. "Mas a verdade é que não tenho capacidade para tratar certos temas, como economia e finanças, e por isso tenho recusado trabalhos bem remunerados."

Cláudia Boga, de 17 anos, chumbou no 8.º ano, e uma das negativas que teve foi a Matemática. No ano seguinte, embora conseguisse passar, ainda teve uma negativa nessa disciplina. "É a partir desta altura que começamos a ter as bases para os restantes anos escolares", diz. "Como era impossível pedir esclarecimentos ao professor, porque éramos muitos e o tempo que tinha para dar a matéria era reduzido, decidi ter explicações." Cláudia tirava as dúvidas com a explicadora e fazia bastantes exercícios todos os dias. "É a forma de conseguirmos perceber a Matemática", afirma. Esta jovem estudante está agora no 11.º ano, no ramo Científico-Natural. Continua a ter boas notas, mas não prescinde das explicações.

Números preocupantes O insucesso em Matemática é um problema que é sentido por jovens de todo o País. Segundo dados do Ministério da Educação, a média de classificação dos exames nacionais de Matemática do 12.º ano, realizados na primeira fase de 2000, foi de apenas 8,7 valores numa escala de 20. Outros estudos apresentam resultados igualmente desanimadores. Um deles é o Terceiro Estudo Internacional de Matemática e Ciências (TIMMS), cujas conclusões foram publicadas em 1996 e 1997. A equipa de investigação fez uma série de testes aos alunos que frequentavam em 1994/95 o 3.º e 4.º anos de 157 escolas do País, bem como a 6754 alunos do 7.º e 8.º anos de 143 escolas pertencentes às diferentes regiões do País. Numa avaliação de 0 a 800 pontos, a média do desempenho global dos alunos foi de 425 valores para os do 3.º ano, 475 para os do 4.º, 423 para os do 7.º e 454 para os do 8.º - resultados que colocaram Portugal em última posição em relação aos outros países europeus.

Em Março passado, um relatório sobre uma avaliação integrada feita a 348 escolas do País, realizada pela Inspecção-Geral de Educação, revelou que 32% dos alunos do 9º ano passa com negativa a Matemática. Outro estudo, elaborado em 1998 pela Associação de Professores de Matemática, concluiu que no ano lectivo de 1996-97, 39% dos alunos do 9.º ano da grande Lisboa reprovaram ou abandonaram esta disciplina, e que apenas 49% dos alunos do 12.º ano tiveram nota positiva nos exames nacionais de Matemática. Em 2000, o Ministério da Educação efectuou um estudo que confirma os resultados dos anteriores. Nos testes realizados aos alunos do 4º ano, a média das classificações em Matemática foi de 52,8%. Embora seja positiva, continua a ser muito baixa. Onde os alunos tiveram mais dificuldades foi na resolução dos problemas - menos de metade respondeu correctamente - e em Geometria. Os alunos da região a sul do Tejo tiveram as classificações mais baixas: entre 46 e 50%.

Um problema para o futuro Os jovens que apresentam um fraco nível de conhecimentos de matemática poderão ter dificuldades em encontrar emprego no futuro. Estão a ser criados cada vez mais cargos em indústrias onde a ciência, a tecnologia e os conhecimentos de matemática são necessários. Há 20 anos, um mecânico só precisava de ter habilidade de mãos, mas hoje 80% dos consertos de motores têm a ver com computadores. Em muitas outras profissões acontece o mesmo, como nas de electricista, operador de telemarketing e desenhador, por exemplo. "Quase todas as funções requerem um nível mínimo de conhecimentos de matemática", diz Luís Oliveira, responsável pela empresa de recursos humanos Multitempo, no Porto. "Nem sempre são contas complicadas, mas é necessário saber fazer descontos, calcular percentagens, números negativos, aplicar regras e fórmulas."

A verdade é que as pessoas sem formação científica são as mais afectadas pelo desemprego. Segundo um estudo efectuado pela Universidade de Lisboa e aplicado aos seus diplomados entre 1994 e 1998, apenas 2,6% dos licenciados em Matemática estão desempregados. Em comparação, os licenciados em Direito e História registam valores de 11,9 e 15,4%, respectivamente. Os licenciados em Matemática têm logo arranjado colocação no ensino e em empresas, sobretudo nos bancos, embora muitos estejam insatisfeitos, pois as suas ambições iniciais seriam mais orientadas para a investigação, que não é suficientemente fomentada em Portugal. "Contratar este tipo de pessoas é vantajoso devido à sua capacidade de raciocínio e estrutura de pensamento, o que faz que se adaptem mais facilmente às novas tecnologias", refere Ana Bela Cruzeiro, presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática. "Outra vantagem é o facto de estarem mais preparados para fazer investigação, embora seja uma faceta que as empresas descuram completamente. Os matemáticos portugueses poderiam ser muito mais bem aproveitados. Por isso, quem tiver conhecimentos de matemática sentir-se-á mais seguro e terá uma mais-valia em relação aos que não os possuem." As consequências da deficiente aprendizagem da matemática reflectem-se a vários níveis. A escolha dos cursos universitários relacionados com a disciplina, e o próprio prestígio dos matemáticos em Portugal, é bastante reduzido.

No entanto, Portugal está a produzir um número insuficiente de matemáticos e outros cientistas, que podem dar um valioso contributo nas áreas da alta tecnologia e das novas tecnologias, sectores em franca expansão que contribuem fortemente para o desenvolvimento do País. No ano lectivo de 1999/2000, matricularam-se 85 900 alunos nas áreas de Ciências Sociais e do Comportamento, Jornalismo e Informação, Letras e Direito, ao passo que em Matemática e Estatística, Ciências Físicas e Computação o número correspondente foi de 29 803. Outro exemplo: em 1999, formaram-se em Matemática, na Universidade de Lisboa, 113 alunos, ao passo que em Direito, na mesma universidade, formaram-se 557. "Há quem considere que os portugueses não têm queda para a Matemática, pura e simplesmente", diz Ana Bela Cruzeiro. "Não concordo. O problema reside no facto de ser socialmente aceitável uma pessoa ser fraca em Matemática - as pessoas até acham piada quando se diz que não se percebe nada de Matemática - e na ideia errada que se faz de que a Matemática é uma disciplina obscura e aborrecida." Na verdade, a Matemática tem uma linguagem própria. "O que é preciso é entrar e engrenar nela", acrescenta. "Por isso, cabe à escola torná-la aliciante. Se for dada a uma criança como um jogo, ela sentirá atracção. Depois, é fazê-la perceber que só vai gostar e ter sucesso se continuar a treinar, com muita dedicação e trabalho e sem nunca a abandonar." A falta de pessoas com formação neste campo científico deve-se também em parte ao facto de a Matemática ser uma matéria pouco dignificada. "Noutros países da Europa, os matemáticos são olhados como pessoas de prestígio e dão-lhes condições para investigar, o que é um grande incentivo para as suas carreiras", diz Ana Bela Cruzeiro. "Em Portugal, pensam que são pessoas esquisitas, e não há mostras de vontade social para o desenvolvimento da Matemática. Por isso, os bons alunos optam por outros ramos de ensino." A nível empresarial, a nossa sociedade tem sofrido as consequências da deficiente aprendizagem em Matemática, mas são os professores universitários os primeiros a sentir o problema. Margarida Pato é professora de Matemática no Instituto Superior de Economia e Gestão, da Universidade Técnica de Lisboa. "Os conhecimentos dos alunos que entram no primeiro ano das licenciaturas não estão consolidados, o que prejudica o rendimento das aulas", diz. "Perde-se muito tempo a apelar para a utilização correcta dos conceitos mais básicos. Há mesmo matérias que não dominam, como, por exemplo, a lógica."

De quem é a culpa? Uma das principais causas do insucesso em Matemática é a fraca formação e motivação dos professores. Segundo o TIMMS, apenas 36,4% dos professores de Matemática possuem licenciatura e estágio de formação pedagógica. A maioria dos professores de Matemática que leccionam o 7.º e 8.º anos encontram-se no seu primeiro ano de ensino e, como tal, têm pouca experiência. Além disso, para 57,4 % esta carreira docente foi uma segunda escolha por não terem conseguido colocação na da sua preferência, e 33,7% gostariam de mudar de profissão. Segundo um estudo da Associação de Professores de Matemática, realizado em 1998, o desencanto com a profissão tem vários motivos: falta de condições de trabalho (equipamentos, materiais, espaços, número de alunos por turma), de formação contínua (pedagógico-didáctica inicial), de valorização social (baixa remuneração, imagem negativa do professor na sociedade, estabilidade profissional) e o próprio sistema educativo (reformulação de programas, da carga horária da disciplina, da avaliação).

Segundo Nelson Ascenso, licenciado em Matemática Aplicada e antigo professor de Álgebra Linear e Geometria Analítica na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Leiria, também ao nível universitário muitos professores não têm qualquer formação pedagógica. "Alguns nem sequer têm licenciatura em Matemática", diz. "Há casos em que pessoas com formação em Engenharia ou Física dão aulas de Matemática, o que prejudica a qualidade do ensino."

Um bom professor é aquele que se sente seguro nos seus conhecimentos e depois é capaz de transmiti-los de forma eficaz. "Por vezes, isso depende muito da personalidade do professor e do gosto que ele tem em dar aulas", acrescenta Nelson Ascenso. "Mas o importante é que saiba motivar os alunos e consiga dar a matéria toda do programa, tendo a certeza de que foi bem assimilada por todos os alunos."

Outro grande problema é o facto de a maior parte dos alunos terem lacunas ao nível dos conhecimentos básicos. Carla Ferreira é explicadora de Matemática no centro Explicamédia, na Póvoa de Santa Iria. "O sistema educativo é muito permissivo", diz. "Deixa que os alunos passem de ano sem terem a matéria bem aprendida. Deparamos com muitos casos em que temos de ensinar alunos do 12.º ano a fazerem contas de dividir. Há alguns que não sabem o que é um produto ou um quociente. Outros nem sequer sabem a tabuada. A máquina de calcular transformou-se num vício que pensa por eles. Isto faz que percam o raciocínio matemático."

Carla Ferreira deu explicações a um aluno do 12.º ano que não conseguia resolver problemas de Trigonometria, uma matéria que lhe tinha sido ensinada no 11.º ano. "Fizemos muitos exercícios, muitas fichas de trabalho, pois em Matemática é preciso muito treino para se conseguir um raciocínio rápido." O aluno ganhou assim alguma destreza e conseguiu passar no exame final.

Graciano Oliveira, professor catedrático de Matemática na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra e antigo presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática, também contesta a política seguida pelo Ministério da Educação. "Procura-se aprovar todos os alunos, mesmo que eles não tenham os conhecimentos necessários", diz. "Ora, como a Matemática é uma disciplina muito sequencial, o estudante que transita para o ano seguinte sem ter a matéria do ano anterior completamente assimilada vai sentir muita dificuldade em segui-la. Em vez de serem os pais a ter de pagar explicações, as escolas é que deviam arranjar forma de dar aulas extraordinárias para colmatar as lacunas."

Quanto aos manuais escolares, cadernos de apoio e livros de Matemática produzidos pelo Ministério da Educação, Graciano de Oliveira considera-os deficientes. «Os conteúdos são cada vez mais simplificados e têm cada vez menos matéria», diz. «Alguns estão mal redigidos e até com erros científicos graves.» Uma das principais críticas que Graciano Oliveira faz aos manuais é o facto de serem muitas vezes infantilizados. «Uma das coisas mais irritantes que observo é que há cada vez menos palavras», diz. «Os manuais tendem a ser escritos com base nas figuras, nos fluxogramas, nos diagramas, e a língua portuguesa é cada vez mais simplificada e estereotipada, sendo por vezes suprimida em favor de bonecos. Isto poderia ser justificado no primeiro ciclo do ensino básico. Mas existem livros incrivelmente infantilizados para alunos pré-universitários.»

Fomentar o gosto pela Matemática Segundo alguns educadores, o quadro não é assim tão negro. Há escolas que conseguem ter sucesso no ensino da Matemática. O Colégio de S. João de Brito e o Colégio Valsassina, instituições privadas de ensino situadas em Lisboa, foram as duas escolas que mais medalhas conseguiram ganhar nas Olimpíadas Portuguesas de Matemática, organizadas anualmente pela Sociedade Portuguesa de Matemática. Trata-se de um concurso de problemas de Matemática, dirigido aos estudantes do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário, que visa incentivar e desenvolver o gosto pela Matemática. «Os problemas propostos neste concurso fazem apelo à qualidade do raciocínio, à criatividade e imaginação dos estudantes», diz Ana Bela Cruzeiro. «Neste sentido, são cruciais o rigor lógico, a clareza da exposição e a elegância na resolução.» Em anos anteriores a participação rondou os 40 000 alunos. «A adesão de escolas e alunos tem crescido ao ponto de se transformar no evento da área das ciências que mais jovens envolve em Portugal», diz Graciano Oliveira. Até agora, o Colégio de S. João de Brito já conseguiu arrecadar 13 medalhas, sendo a escola mais premiada e também a que consegue as melhores médias nesta disciplina nos exames para o acesso ao ensino superior. O que faz esta instituição conseguir passar à frente das outras que concorreram? Segundo José Antunes, professor de Matemática e coordenador do departamento correspondente neste colégio, o segredo está nos professores e alunos. «Temos um bom núcleo de professores de Matemática desde o 5º ano», diz. «Além disso, não faltam às aulas e motivam a aprendizagem.» Na realidade, a estabilidade do quadro de professores é o principal trunfo desta escola. «Como temos um sistema de preparação das aulas que é feito em conjunto pelos vários professores de Matemática, o ensino é homogéneo e mais adequado», explica José Antunes. «Por outro lado, um aluno tem um professor no 10.o ano e mantém-no até ao 12º. Assim, o professor tem tempo de definir bem as metas a atingir e apresentá-las aos alunos, tendo a possibilidade de acompanhar mais de perto o aproveitamento deles.» Neste colégio, os alunos têm uma preparação especial para entrar na universidade. O grau de exigência é superior ao exigido para os exames de acesso, e quando se apresentam para fazê-los, estão bem preparados e conseguem classificações elevadas. «Os alunos seguem os programas curriculares definidos pelo Ministério da Educação, mas têm mais uma hora desta disciplina do que nas outras escolas», diz José Antunes. «Sentem-se altamente motivados porque a aprendizagem é sólida desde o início. Investimos muito no raciocínio dos jovens. Procuramos que sejam eles a resolver as suas próprias dificuldades, e isso dá-lhes uma boa preparação para resolver problemas.» Aqui, as aulas de revisão da matéria são muito importantes. «Usamos as revisões como um método de aprendizagem eficiente para os alunos», esclarece José Antunes. «Fazemos revisões antes dos testes e das provas globais. No 12.º ano, damos ainda mais importância às revisões e às aulas de dúvidas ao longo do ano.» Para além disto, o professor considera importante corrigir os erros para que os alunos possam aprender com eles. «Fazemos também uma correcção sistemática dos testes para eles perceberem onde e porque é que erraram», acrescenta. Por último, a disponibilidade constante dos professores para esclarecerem os alunos fora das aulas tem-se também revelado de extrema utilidade. «Os alunos têm uma elevada expectativa relativamente ao acesso à universidade, pelo que uma boa percentagem revela interesse na aprendizagem e investe bastante nas disciplinas que considera fundamentais para o acesso à universidade, nomeadamente a Matemática», diz. O Colégio Valsassina está em segundo lugar, com 10 medalhas conseguidas nas Olimpíadas Portuguesas de Matemática e uma ganha em 1998 nas Olimpíadas Ibero-Americanas, na República Dominicana. «Fomentamos o gosto natural pela Matemática logo ao nível do 1.º ciclo, apostando essencialmente na perspectiva lúdica da disciplina, por exemplo, mostrando a sua aplicação no nosso quotidiano, desde as operações lógicas básicas até à sua adequada utilização no campo da informática», explica José Larião, coordenador do Departamento de Matemática do colégio. «É esse o grande segredo. No entanto, não se pode confundir o aspecto lúdico com ‘paródia’. A Matemática exige muito esforço para se ter sucesso.» Todos os anos um grupo de alunos do Colégio Valsassina concorre às Olimpíadas, acontecendo por vezes os alunos medalhados ajudarem a motivar e dar formação aos concorrentes mais novos. O Serviço de Educação e Bolsas da Fundação Calouste Gulbenkian, em conjunto com a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, está a dar início ao programa Reanimat — Projecto de Reanimação Científica da Matemática, que envolve escolas do ensino secundário. Neste momento, a equipa do Reanimat está a contactá-las, estando ainda o projecto numa fase embrionária. «O objectivo do programa é melhorar o ensino da Matemática em Portugal», adianta Teresa Burguete, do Serviço de Educação e Bolsas. «Tentaremos minimizar as dificuldades sentidas por professores e alunos.» O Reanimat terá a duração de cinco anos lectivos, com início em 2000-2001, e tem o apoio do Ministério da Educação. A Matemática não tem necessariamente de ser um bicho de sete cabeças. Com dedicação e incentivos apropriados, é possível desenvolver talentos nesta área, muitas vezes ocultos. O País não só se sentirá orgulhoso como também sentirá os efeitos benéficos no seu desenvolvimento.

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2 Comentários

Alice on 01 Dezembro 2011 ,12:13

legal!!

bruno neri pereira on 03 Novembro 2010 ,12:43

comidas deliciosas pra se saborear adoroooo!!!

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