Novas regras para um novo começo
Informações recentes estão a mudar todas as regras sobre o fitness, a modelação do corpo e a dieta equilibrada.
By Helen SignyHelen Signy foi investigar.
Vamos saltar um mês no calendário, pode ser?
Nesta altura, já passou das boas intenções de ir ao ginásio e suar todos os quilos extras. Já suou e até se sente melhor, mas as curvas não desapareceram. Adivinhe? O problema não é seu.
Nesta altura, já passou das boas intenções de ir ao ginásio e suar todos os quilos extras. Já suou e até se sente melhor, mas as curvas não desapareceram. Adivinhe? O problema não é seu.
Isto pode ser um choque: apesar de todas as outras vantagens, o exercício físico não garante a perda de peso. Os especialistas estão a começar a concluir que podemos fazer exercício que nem loucos, mas que isso não emagrece, a menos que seja acompanhado de uma mudança nos hábitos alimentares.
Porquê?
Primeiro, porque tem que se fazer uma quantidade imensa de exercício para queimar calorias. Teria que nadar 40 minutos para gastar uma fatia de piza com pepperoni, andar de skate 50 minutos para gastar uma salada de frango ou jogar críquete durante 25 minutos para se ver livre do «peso» de um pequeno copo de vinho branco.
O treinador Scott Williams, do Succeed Personal Development, em Camberra, decidiu que a melhor forma de pôr esta ideia em prática era colocar um voluntário a suar numa passadeira durante cinco minutos, enquanto outro se deliciava com uma piza durante o mesmo tempo. No final, um dos voluntários pingava suor e tinha queimado 460 calorias. O outro pingava molho do queixo e tinha consumido 2680 calorias.
«É um erro que muitos cometem – pensam que podem comer o que quiserem desde que façam exercício», explica Williams. Alguns especialistas acreditam que, quando fazemos muito exercício, temos tendência a comer mais, seja porque sentimos mais fome, seja porque achamos que merecemos uma compensação depois de tanto esforço (soa-lhe familiar?).
Quando fazemos exercício, temos tendência a mexer-nos menos no resto do dia. O que pode não querer saber é que, se quer que o exercício dê frutos, tem que se exercitar e fazer a rotina diária sem desculpas.
Porquê?
Primeiro, porque tem que se fazer uma quantidade imensa de exercício para queimar calorias. Teria que nadar 40 minutos para gastar uma fatia de piza com pepperoni, andar de skate 50 minutos para gastar uma salada de frango ou jogar críquete durante 25 minutos para se ver livre do «peso» de um pequeno copo de vinho branco.
O treinador Scott Williams, do Succeed Personal Development, em Camberra, decidiu que a melhor forma de pôr esta ideia em prática era colocar um voluntário a suar numa passadeira durante cinco minutos, enquanto outro se deliciava com uma piza durante o mesmo tempo. No final, um dos voluntários pingava suor e tinha queimado 460 calorias. O outro pingava molho do queixo e tinha consumido 2680 calorias.
«É um erro que muitos cometem – pensam que podem comer o que quiserem desde que façam exercício», explica Williams. Alguns especialistas acreditam que, quando fazemos muito exercício, temos tendência a comer mais, seja porque sentimos mais fome, seja porque achamos que merecemos uma compensação depois de tanto esforço (soa-lhe familiar?).
Quando fazemos exercício, temos tendência a mexer-nos menos no resto do dia. O que pode não querer saber é que, se quer que o exercício dê frutos, tem que se exercitar e fazer a rotina diária sem desculpas.
«Para a maioria das pessoas, 60 a 75% da forma como aparecem ao espelho tem a ver com o que comem», esclarece Williams.
Assim, a resposta é morrer de fome, certo? Errado. Fundamentalmente, porque esse tipo de dieta nunca dá resultados a longo prazo. Dados da Universidade de Brown, do Registo Australiano de Controle de Peso e da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, mostram que cerca de 80% das pessoas que fazem dieta voltam a ganhar o peso que perderam. (Os 20% de pessoas que o mantêm por vários anos fazem bastante exercício, tomam o pequeno-almoço todos os dias e continuam a fazer uma alimentação pobre em calorias.)
Na realidade, o efeito ioiô pode ser mais perigoso do que ter «apenas» excesso de peso. As pessoas com dietas alimentares excessivamente restritivas podem perder massa muscular e massa óssea, o que as coloca em risco de virem a sofrer de doenças cardiovasculares, osteoporose e diabetes. «O peso é um mau indicador para se focar, porque, de facto, tudo tem a ver com a gordura corporal», explica o Dr. Danny Green, professor de Fisiologia do Exercício na Universidade de WA. E, surpreendentemente, isso não tem nada a ver com o facto de comer – ou não – um bolo à sobremesa.
Pode ter um índice de massa corporal (IMC) baixo e, ainda assim, quantidades perigosas de gordura interna que podem conduzi-lo a doenças, ao passo que pessoas com mais peso, mas que fazem exercício, tendem a ser mais saudáveis.
Assim, a resposta é morrer de fome, certo? Errado. Fundamentalmente, porque esse tipo de dieta nunca dá resultados a longo prazo. Dados da Universidade de Brown, do Registo Australiano de Controle de Peso e da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, mostram que cerca de 80% das pessoas que fazem dieta voltam a ganhar o peso que perderam. (Os 20% de pessoas que o mantêm por vários anos fazem bastante exercício, tomam o pequeno-almoço todos os dias e continuam a fazer uma alimentação pobre em calorias.)
Na realidade, o efeito ioiô pode ser mais perigoso do que ter «apenas» excesso de peso. As pessoas com dietas alimentares excessivamente restritivas podem perder massa muscular e massa óssea, o que as coloca em risco de virem a sofrer de doenças cardiovasculares, osteoporose e diabetes. «O peso é um mau indicador para se focar, porque, de facto, tudo tem a ver com a gordura corporal», explica o Dr. Danny Green, professor de Fisiologia do Exercício na Universidade de WA. E, surpreendentemente, isso não tem nada a ver com o facto de comer – ou não – um bolo à sobremesa.
Pode ter um índice de massa corporal (IMC) baixo e, ainda assim, quantidades perigosas de gordura interna que podem conduzi-lo a doenças, ao passo que pessoas com mais peso, mas que fazem exercício, tendem a ser mais saudáveis.
Assim, qual é a resposta para quem quer baixar uns quantos tamanhos de roupa?
Simples: redobrar o ânimo no ginásio e mudar a dieta, resume Stephen Colagiuri, professor de Saúde e Metabolismo na Universidade de Sydney. «A melhor coisa a fazer é uma combinação. É difícil perder peso sem reduzir o consumo de calorias, mas é aí que o exercício pode ajudar.» E acrescenta: «Para além da perda de peso, o exercício tem inúmeras outras vantagens.»
Como explica Green, fazer exercício reduz a quantidade de gordura abdominal perigosa que temos tendência a acumular. Aumenta também a massa muscular, o que melhora a sensibilidade à insulina e acelera o metabolismo, de forma que se acaba por queimar calorias naturalmente. A actividade física até dá às artérias a sua própria ginástica. Tal como o facto de ter bíceps flexíveis os torna mais fortes, da mesma forma o forçar da passagem do sangue pelos vasos sanguíneos aumenta a sua capacidade e reduz o risco de doenças cardiovasculares, desde o colesterol elevado à hipertensão.
Se pensa que nos dias que correm é mais difícil permanecer magro e saudável do que o era no tempo dos nossos pais, tem toda a razão. Estamos a viver no século XXI, com a abundância do século XXI , mas em corpos «programados» para tempos de fome. Os nossos antepassados queimavam muito mais gorduras e tinham dietas muito mais magras. A mais recente combinação de novas tecnologias, facilidades de transporte e comida a rodos é o que se chama de «obesogénica»: está a fazer-nos gordos.
Simples: redobrar o ânimo no ginásio e mudar a dieta, resume Stephen Colagiuri, professor de Saúde e Metabolismo na Universidade de Sydney. «A melhor coisa a fazer é uma combinação. É difícil perder peso sem reduzir o consumo de calorias, mas é aí que o exercício pode ajudar.» E acrescenta: «Para além da perda de peso, o exercício tem inúmeras outras vantagens.»
Como explica Green, fazer exercício reduz a quantidade de gordura abdominal perigosa que temos tendência a acumular. Aumenta também a massa muscular, o que melhora a sensibilidade à insulina e acelera o metabolismo, de forma que se acaba por queimar calorias naturalmente. A actividade física até dá às artérias a sua própria ginástica. Tal como o facto de ter bíceps flexíveis os torna mais fortes, da mesma forma o forçar da passagem do sangue pelos vasos sanguíneos aumenta a sua capacidade e reduz o risco de doenças cardiovasculares, desde o colesterol elevado à hipertensão.
Se pensa que nos dias que correm é mais difícil permanecer magro e saudável do que o era no tempo dos nossos pais, tem toda a razão. Estamos a viver no século XXI, com a abundância do século XXI , mas em corpos «programados» para tempos de fome. Os nossos antepassados queimavam muito mais gorduras e tinham dietas muito mais magras. A mais recente combinação de novas tecnologias, facilidades de transporte e comida a rodos é o que se chama de «obesogénica»: está a fazer-nos gordos.
A boa notícia é que ficar e permanecer saudável é acessível a todos. Primeiro, pare de se massacrar e não desista do ginásio. A seguir, esqueça as dietas malucas, batidos e suplementos alimentares. A única forma provada e comprovada de perder peso é reduzir a quantidade de calorias ingeridas através de uma dieta equilibrada – sem eliminar nenhum dos grupos alimentares –, levar as coisas calmamente e seguir um plano alimentar que seja indicado para si.
Continue a exercitar-se. Vai ficar mais saudável de dentro para fora e, quando alcançar os seus objectivos com a balança, continue a praticar exercício, de forma a manter o peso. E quando se olhar ao espelho, não verá decepção nem desapontamento. Em vez disso, verá uma nova pessoa, exactamente aquela que gostaria de ser!
Continue a exercitar-se. Vai ficar mais saudável de dentro para fora e, quando alcançar os seus objectivos com a balança, continue a praticar exercício, de forma a manter o peso. E quando se olhar ao espelho, não verá decepção nem desapontamento. Em vez disso, verá uma nova pessoa, exactamente aquela que gostaria de ser!
Maçãs e Peras ...
Quando a magreza esconde um Segredo Mortal
Quando a magreza esconde um Segredo Mortal
A esta altura, já deve ter ouvido milhares de vezes que o excesso de peso não é saudável. Talvez até já tenha calculado o seu índice de massa corporal, ou IMC. Eventualmente, até se chocou com o resultado – será que veste apenas um tamanho acima do normal ou, de repente, é obeso? E, provavelmente, já ouviu falar de formatos de pêra e de maçã e do que esses formatos podem querer dizer ao nível do risco de ataque cardíaco. Bem, prepare-se para repensar tudo …
Kim Sullivan teve certamente que repensar. A última coisa que esta mulher, de 43 anos, esperava era ter um ataque cardíaco. Não era gorda, estava em forma, exercitava-se e comia saudavelmente. Por isso, quando sentiu dores no peito, pensou que fosse uma indigestão ou que a barra de vitaminas não estava a cair-lhe bem no estômago. Só no dia seguinte, quando a dor voltou, é que foi ao hospital – e apanhou o susto da sua vida.
Kim tinha um bloqueio junto ao coração – apesar da sua compleição física de atleta e de o IMC ser normal, as suas artérias estavam «entupidas» com gordura. Para ela, diz, «foi uma completa surpresa».
Da forma mais dura, Kim foi apanhada pelas conclusões da mais recente pesquisa sobre formatos corporais. Os especialistas aperceberam-se de que o facto de parecer ou não gordo e o índice de massa corporal não são indicadores determinantes no que à saúde diz respeito.
Formatos de corpo diferentes acumulam gordura de maneiras diferentes. Para alguns, vai toda para os quadris e ancas – a «pêra». Para outros, tal como Kim, a gordura instala-se profundamente, envolvendo e «apertando» órgãos internos como o fígado ou o coração.
Magreza não é sinónimo de saúde
A essa condição deu-se a sigla MFGD – «magro por fora, gordo por dentro». A sua gordura visceral (consulte a caixa «Tipos de gordura») pode representar poucos quilos no total do peso do corpo, mas está directamente relacionada com um maior risco de ataques cardíacos, enfartes e diabetes.
Por outro lado, há o grupo dos «gordos e saudáveis» – aparentemente grandes, gozam de boa saúde por causa do exercício físico. No ano passado, um estudo norte-americano mostrou o quanto podem estar errados os nossos estereótipos sobre saúde e gordura. Descobriu-se que cerca de 51% dos adultos com excesso de peso apresentavam valores quase normais de tensão arterial, colesterol, açúcar no sangue e triglicéridos (um tipo de gordura na corrente sanguínea) e cerca de um terço tinham ou nenhuma ou apenas uma leitura fora dos padrões normais, ainda que estivessem no nível normal.
No entanto, um quarto dos adultos cujo peso estava nos valores recomendados apresentavam níveis elevados de, pelo menos, dois parâmetros, colocando-os em risco de problemas cardíacos. Homens magros que fazem pouco exercício são potenciais candidatos à «obesidade com peso normal».
Steven Blair, professor na Escola Arnold de Saúde Pública da Universidade da Carolina do Sul, estudou dezenas de milhares de pessoas e descobriu que a boa forma é um melhor indicador de saúde e longevidade que o peso ou o índice de massa corporal. Também descobriu que as mulhares que se exercitam correctamente têm cerca de 60% menos possibilidade de morrer prematuramente que as mulheres magras, mas fora de forma.
Por outro lado, há o grupo dos «gordos e saudáveis» – aparentemente grandes, gozam de boa saúde por causa do exercício físico. No ano passado, um estudo norte-americano mostrou o quanto podem estar errados os nossos estereótipos sobre saúde e gordura. Descobriu-se que cerca de 51% dos adultos com excesso de peso apresentavam valores quase normais de tensão arterial, colesterol, açúcar no sangue e triglicéridos (um tipo de gordura na corrente sanguínea) e cerca de um terço tinham ou nenhuma ou apenas uma leitura fora dos padrões normais, ainda que estivessem no nível normal.
No entanto, um quarto dos adultos cujo peso estava nos valores recomendados apresentavam níveis elevados de, pelo menos, dois parâmetros, colocando-os em risco de problemas cardíacos. Homens magros que fazem pouco exercício são potenciais candidatos à «obesidade com peso normal».
Steven Blair, professor na Escola Arnold de Saúde Pública da Universidade da Carolina do Sul, estudou dezenas de milhares de pessoas e descobriu que a boa forma é um melhor indicador de saúde e longevidade que o peso ou o índice de massa corporal. Também descobriu que as mulhares que se exercitam correctamente têm cerca de 60% menos possibilidade de morrer prematuramente que as mulheres magras, mas fora de forma.
Onde é que a sua gordura está armazenada?
Tem a certeza?
Tem a certeza?
Há anos que os investigadores suspeitam de que há uma questão-chave sobre a gordura e que não tem a ver com a quantidade, mas sim com a forma como é armazenada no corpo: técnicas modernas de imageologia permitiram-lhes confirmar as suspeitas. Também se aperceberam de que o IMC – relação altura/peso – era um instrumento bastante contundente, porque não tem em consideração a etnia, a boa forma, a distribuição da gordura ou a composição corporal.
Jimmy Bell, dirigente do Grupo de Imageologia Metabólica e Molecular do Conselho de Pesquisa Médica, em Londres, não quer acabar com o IMC. «Se o seu IMC for bastante elevado, tem que tomar alguma providência», considera. Bell acrescenta que um atleta pode ter um IMC anormalmente elevado por causa do peso da massa muscular. E ao contrário: «Há muita gente que mantém o seu peso dentro de um intervalo de IMC considerado normal, mas a gordura corporal que tem é elevada, com altos teores de gordura visceral.»
Isto não é o mesmo que dizer que é saudável ser gordo. A obesidade está relacionada com uma série de doenças metabólicas diferentes, incluindo alguns tipos de cancro, asma, artrose, cálculos biliares, apneia do sono e distúrbios psicológicos. Mas, de facto, questiona a ideia de uma «crise de obesidade».
Michael Gard, professor associado de Educação Física na Universidade de Charles Sturt e co-autor do livro The Obesity Epidemic: Science, Morality and Ideology (A Epidemia da Obesidade: Ciência, Moralidade e Ideologia, numa tradução literal), diz que não só há provas de que as taxas de obesidade estabilizaram, como «muitos relatórios indicam que a maior parte dos países ocidentais nunca foram tão saudáveis».
Em vez de confiar apenas no IMC, há quem considere que a medição da linha da cintura é um melhor indicador de saúde. Se essa medição sugerir que existe muita acumulação de gordura central, o seu médico de clínica geral pode analisar o colesterol, a tensão arterial, função hepática e níveis de açúcar no sangue para, consoante os resultados, actuar – em especial se houver um histórico familiar de ataque cardíaco, enfartes e diabetes.
Magra ou com curvas, pode sempre estar em forma!
Jimmy Bell, dirigente do Grupo de Imageologia Metabólica e Molecular do Conselho de Pesquisa Médica, em Londres, não quer acabar com o IMC. «Se o seu IMC for bastante elevado, tem que tomar alguma providência», considera. Bell acrescenta que um atleta pode ter um IMC anormalmente elevado por causa do peso da massa muscular. E ao contrário: «Há muita gente que mantém o seu peso dentro de um intervalo de IMC considerado normal, mas a gordura corporal que tem é elevada, com altos teores de gordura visceral.»
Isto não é o mesmo que dizer que é saudável ser gordo. A obesidade está relacionada com uma série de doenças metabólicas diferentes, incluindo alguns tipos de cancro, asma, artrose, cálculos biliares, apneia do sono e distúrbios psicológicos. Mas, de facto, questiona a ideia de uma «crise de obesidade».
Michael Gard, professor associado de Educação Física na Universidade de Charles Sturt e co-autor do livro The Obesity Epidemic: Science, Morality and Ideology (A Epidemia da Obesidade: Ciência, Moralidade e Ideologia, numa tradução literal), diz que não só há provas de que as taxas de obesidade estabilizaram, como «muitos relatórios indicam que a maior parte dos países ocidentais nunca foram tão saudáveis».
Em vez de confiar apenas no IMC, há quem considere que a medição da linha da cintura é um melhor indicador de saúde. Se essa medição sugerir que existe muita acumulação de gordura central, o seu médico de clínica geral pode analisar o colesterol, a tensão arterial, função hepática e níveis de açúcar no sangue para, consoante os resultados, actuar – em especial se houver um histórico familiar de ataque cardíaco, enfartes e diabetes.
Magra ou com curvas, pode sempre estar em forma!
O Prof. Lesley Campbell, da Unidade de Diabetes e Obesidade do Instituto Garvan de Pesquisa Médica, em Sydney, diz que os padrões de distribuição de gordura são «maioritariamente genéticos». Mas a biologia não traça o destino: a gordura central é metabolicamente bastante activa – com exercício, costuma ser a primeira a desaparecer. «Se começar a fazer exercício, pode até não perder peso, já que começa a ganhar massa muscular, que é mais pesada que a gordura», explica a Dra. Tania Markovic, endocrinologista no Hospital Royal Prince Alfred, em Sydney. «Mas se medir a linha de cintura e tomar nota “antes” e “depois” do exercício, verá que perdeu centímetros.»
Kim Sullivan não precisou de um segundo aviso. Não pode mudar o ADN, mas pode mudar a dieta, baixando o colesterol, abandonando a pílula e tomando medicamentos preventivos. Tudo passos para ficar tão em forma «por dentro» quanto parecia «por fora».
Kim Sullivan não precisou de um segundo aviso. Não pode mudar o ADN, mas pode mudar a dieta, baixando o colesterol, abandonando a pílula e tomando medicamentos preventivos. Tudo passos para ficar tão em forma «por dentro» quanto parecia «por fora».
Como saber se é MFGD?
Existem pessoas cujos altos níveis de gordura interna só conseguem ser detectados através de ressonâncias magnéticas, mas para «o comum dos mortais» é possível perceber o quanto é perigosa a gordura que carrega apenas com uma fita métrica. Meça a sua cintura, compare os resultados com estas linhas de orientação e consulte o seu médico se estiver em risco.
Mulheres
Abaixo de 80 cm – normal
80 – 88 cm – fronteira de aumento de risco
Acima de 88 cm – em risco significativo de doença metabólica
Homens
Abaixo de 94 cm – normal
94 – 102 cm – fronteira de aumento de risco
Acima de 102 cm – em risco significativo de doença metabólica
NOTA: Estes números aplicam-se apenas a mulheres caucasianas e asiáticas. Os homens asiáticos estão em risco se o seu perímetro abdominal for superior a 90 cm. Ainda não existem guias fiáveis para outras etnias.
|
| |||||
Faça um Comentário
| Nome* | |
| Email* | |
| Comentário* | |

Mais Populares
Mais Populares
Favoritos da Semana
![]() Receitas e Alimentos | ![]() Dicas e Truques | ![]() Alimentação Saudável | ![]() Destinos e Viagens | ![]() Notas de Lazer | ![]() Consultas de Especialistas |
Precisa-se: Uma Boa História!
Precisa-se: Uma Boa História!
Escreva-nos e poderá ganhar:
50€ por cada história verídica e inédita que for publicada em Flagrantes da Vida Real.
20€ por cada texto publicado em Rir é o Melhor Remédio.

Partilhe






.jpg)
















