Aparentemente, a doença de Alzheimer, uma doença degenerativa do cérebro, pode ser detectada numa fase prematura. O Dr. Tom den Heijer, da Universidade Erasmus, em Roterdão, realizou um estudo com 1100 idosos ainda sem quaisquer sintomas da doença. Através de ressonância magnética, analisou o cérebro de cada um deles em busca de sinais específicos de atrofia ou outro dano cerebral indicador da doença de Alzheimer. Descobriu que até seis anos antes da manifestação dos primeiros sintomas é detectável uma forma de atrofia. Além disso, parece existir uma relação entre esta atrofia e tensão arterial elevada, diabetes e alguns factores hereditários. A importância do estudo é que, podendo a doença de Alzheimer ser detectada cedo, as suas consequências poderão eventualmente ser retardadas entre 10 e 15 anos. No entanto, continua a ser uma doença incurável.

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