Como ter boas maneiras em toda a parte do Mundo

Um exercício muito comum nas escolas de teatro é pedir aos alunos que imaginem a situação mais embaraçante pela qual alguma vez já passaram. Após alguns segundos de concentração, muitos dos futuros actores coram. A vergonha é uma emoção irreprimível. Uma vez activada, muito dificilmente pode ser controlada. «Corar», diz o Prof. Jeans Asendorf, da Universidade Humboldt, de Berlim, «é um processo que passa muito abaixo do nível da consciência. Não temos controle sobre isso»
Mas porquê esta resposta emocional colectiva em relação àquilo que é frequentemente considerado um pequeno passo em falso? Porque no fundo, nós ainda obedecemos a regras de comportamento cultural muito enraizadas e arcaicas. Antigamente, se não se cumprissem essa regras, haveria lugar a graves consequências. Asendorph explica: «A sanção final implicava a exclusão do grupo, a que os gregos antigos recorriam com bastante frequência. E isto não significava apenas declínio social, mas também existencial. Era uma verdadeira ameaça à vida propriamente dita». Estas regras da Antiguidade ainda estão em funcionamento no mundo dos negócios. Uma palavra errada, um gesto inadequado, e todo o negócio vai por água abaixo.
Como se isto não fosse suficientemente mau, a globalização traz consigo um novo e completo conjunto de problemas. No seu país, você pode ser um modelo sofisticado de savoir-faire, mas basta um voo de oito horas para meter os pés pelas mãos, mesmo antes de pisar o alcatrão do aeroporto. Quando viaja para lugares longínquos, não faz sentido tentar fazer papel de camaleão. Uns poucos dias não bastam para fazer de si um nativo, e também ninguém está à espera disso. O mais importante é mostrar ao país anfitrião um nível satisfatório de consideração.
Não há nada mais constrangedor do que usar roupas erradas. Vestir um quimono não fará de si um japonês, E se sentir tentado a imitar a forma de vestir dos outros, imagine o que seria um filho de Nipon deambulando por Londres vestido com um Kilt. Mas a Roupa normalmente utilizada nos negócios é mais ou menos internacional, por isso nada pode correr mal. Se tiver dúvidas, é preferível vestir roupa mais ou menos, principalmente nos países islâmicos, onde mostrar as pernas é quase tanto um tabu para os homens como para as mulheres. Em termos de valores de constrangimento, os calções estão muito perto do topa da escala.
Com a ajuda dos editores da Revista Reader’s Digest em todo o Mundo, eis alguns conselhos para quem está de visita ao estrangeiro:
Espanha: A “siesta” é sagrada, por isso nunca marque um encontro oficial entre as 2 e as 4 horas. Se for convidado par o jantar, não apareça antes da 10 da noite. Uma vez chegado, a melhor forma de irritar o dono da casa é começar a falar do que está certo e errado nas touradas. Em vez disso, experimente mencionar o facto do espanhol ser – a seguir ao inglês – a língua mais falada no Mundo, em termos de negócio.
Reino Unido: Qualquer referência ao homem inglês exclui os galeses, os escoceses e os Irlandeses. No País de Gales, na Escócia e na Irlanda do Norte, todos têm um entidade cultural muito bem definida e muito própria. A população ainda padece da consciência de classes. A classe trabalhadora, a classe média e a classe alta falam de forma diferente, vão as escolas diferentes. A regra principal para manter distância é ficar na fila...pacientemente. Faça o que fizer nunca passe à frente de ninguém.
França: Se a baguette não estiver já em fatias, pode parti-la com as mãos. A dona da casa espera que os convidados lhe levem flores, champanhe ou chocolates. Beijar as pessoas como forma de saudação é já prática comum no resta da Europa (continental), mas esta maneira originalmente rústica de cumprimentar não envolve actualmente quase nenhum contacto entre boca e cara.
Irlanda: Qual é o jogo de equipa mais antigo da Europa? É o hurling, uma espécie de hóquei que os Irlandeses jogam à mais de 2000 anos. A bola pode ser batida no ar ou no chão, e, se quiser, pode mesmo pegar nela e levá-la consigo. Continua a ser o jogo mais popular na Irlanda juntamente com o futebol gaélico, que é um mistura de râguebi com futebol. A política de liberalização dos impostos fez da ilha Esmeralda um local atractivo para os negócios e uma ponte para as empresas americanas se estabelecerem na Europa. O que costumava ser um clássico país de emigração tornou-se numa meca para fazer prosperar os negócios. Não tente estragar-lhes a imagem, pois os Irlandeses têm orgulho nela. As conversas serão em inglês, mas o primeiro típico irlandês é «Dia dhiu» que quer dizer «Deus esteja consigo». Para despedidas, dê a volta à língua e diga «Slán leat» ou seja «Vá em paz».
Noruega: Elogie a beleza natural do país, ou seja a forma como os Noruegueses a preservam. Os Europeus do Norte adoram os seus barcos e as suas casas de férias. Mas, tal como muitos outros escandinavos, têm aversão a perguntas relacionadas com o consumo de álcool. A maior parte dos Noruegueses gosta de beber, mas também há bastantes abstémios. De qualquer forma as bebidas alcoólicas são caras. Antes de trazer uma bebida consigo para oferecer, pergunte primeiro ao seu anfitrião qual a sua preferida.
Suécia: Os Suecos são orgolhosos e têm razões para isso. O nível de vida é alto, e a política social, um exemplo para o resto da Europa. Gostam que tudo corra de acordo com o protocolo. Se está a assistir a funções oficiais ou a reuniões de negócios, certifique-se de que chega a tempo e mantenha o low profile.
Dinamarca: Os Dinamarqueses não gostam de ser considerados como o país mais pequeno da Escandinávia. Afinal, foram eles que conquistaram a Gronelândia. Têm graça e um muito subtil sentido de ironia, mas não pode ser aquele a que está habituado. Outra coisa para tomar nota: Julho e Agosto estão reservados para os prazeres da estação do verão, portanto não é altura ideal para marcar reuniões de negócios.
Finlândia: Esteja preparado! É muito provável que o seu anfitrião o convide a juntar-se a ele na sauna privada. Isto é um sinal de grande consideração. Por isso, ou tem uma boa desculpa já preparada ou alinha na sugestão. Fumar é permitido mas normalmente só fora de casa.
Benelux: Os países a noroeste da Alemaha não nutrem uma simpatia especial pelo seu maior vizinho. As imagens deixadas pela II Guerra Mundial ainda estão presentes. Assim, é melhor ter cuidado com o tema. Na Bélgica e no Luxemburgo, a influência francesa é inequívoca, ao passo que os Holandeses defendem a sua própria cultura. A autonomia regional é importante. Na Bélgica, é essencial que se faça a distinção entre as populações da Flandres e da Valónia. Tenha cuidado nem todos os belgas falam francês.
Suíça: Se você é suíço, não é apenas suíço. O país tem quatro línguas oficiais: alemão, francês, italiano e romanche. Os membros destas comunidades linguísticas têm tradições diferentes, muitas das quais são semelhantes às dos respectivos estados vizinhos. No entanto, o país insiste na sua autonomia, e isto nunca deve ser questionado. Assuntos como a adesão à União europeia ou o papel da Suíça na II Guerra Mundial já não são tabu.
Itália: As diferenças entre o Norte e o Sul não são apenas a nível de prosperidade económica. Cometer uma pequena imprudência pode originar apenas um ligeiro arquear de sobrancelhas em Veneza, mas pode envolvê-lo numa situação perigosa na Sicília. Há duas coisas sagradas: a Igreja Católica e a família. Não coma muito depressa ao jantar. Os seus anfitriões ficarão ofendidos e pode poder deitar tudo a perder. Aprecie o excelente vinho, mas vá alternando bastantes vezes com água mineral, tal como os Italianos. Beber desenfreadamente não é visto com bons olhos.
Europa do leste: Polacos, Húngaros, Checos, Eslovacos e Búlgaros gostam que lhes digam que vivem na Europa Central. Para eles a palavra leste tem qualquer coisa de distante e de marginal. E depois de se terem vistos livros do jugo soviético, estes países começaram efectivamente a olhar de novo para oeste. A Polónia sempre deu muita importância às boas maneiras e à boa educação: jantar fora e ostentação só é possível para aqueles que têm dinheiro para isso. Na Hungria beijar a mão a uma senhora voltou a estar na moda, até entre políticos. Na Bulgária, pode surgir um possível desentendimento, porque acenar com a cabeça quer dizer não, e abanar a cabeça é sinal de concordância.
Grécia: Um Grego «a sério» nunca assinará um contracto numa terça-feira dia 13, mesmo que seja para lhe vender uma casa de férias. Terça-feira foi o dia que o Império Bizantino caiu. O que lhe uma ideia da forma como os gregos ainda estão conscientes da grande civilização que foram, embora se sintam melindrados quando equiparados com ela. Um assunto a evitar completamente é o conflito que perdura com a vizinha Turquia. E nunca estenda a mão a ninguém com os dedos abertos: é uma grande ofensa. De forma confusa, os Gregos acenam com a cabeça para baixo para dizer «sim» e com a cabeça para cima para dizer «não». Uma maneira fácil de fazer amigos é desejar-lhes uma boa semana a uma segunda-feira e um bom mês no início do mesmo.
Turquia: Istambul é onde a Europa ombreia com a Ásia. A religião e o Estado estão separados constitucionalmente. A igualdade dos sexos está firmemente estabelecida e as mulheres têm direito a voto desde 1923. A Turquia é um país hospitaleiro, por isso não se supreenda se em pouco tempo lhe perguntarem pela família. Se for convidado para uma refeição, prove todos os pratos. Se alguém sair durante uma refeição, todos os outros param de comer até essa pessoa voltar. Regatear preços está limitado aos bazares e aos vendedores de rua. Não o tente fazer nos supermercados, na grande superfícies, nem nas lojas de bairro. «Merhaba» é a mais comum saudação turca.
Mundo Árabe: Aqui o passado é todo poderoso. A tradição beduína deixou marcas em todas as formas da vida comunal, tal como, aliás, o Islão. Os mais ínfimos pormenores diferem de lugar para lugar. A Tunísia é cosmopolita, enquanto a Arábia Saudita é muito mais conservadora. Os valores tradicionais da cultura beduína são fortemente apoiados: qualquer estrangeiro é convidado e é tratado como tal. O que nem sempre é bom. Se o anfitrião ou as filhas lhe oferecerem jóias como prenda, aceite isso como uma forma de cortesia e decline de forma educada! A roupa deve ser decorosa em todas as ocasiões. Ignore o calor e enfaixe-se da cabeça aos pés com tecidos leves e arejados. As mulheres insuficientemente vestidas são rapidamente equiparadas a prostitutas. Em geral, são vistas como a propriedade dos maridos ou das famílias, por isso os viajantes do sexo masculino devem evitar olhar nos olhos das mulheres cobertas com um véu e nunca tentar tirar-lhes uma fotografia! Contactos físicos em público são tabu, e o mesmo vale para o álcool e a carne de porco. A mão esquerda é considerada suja e é normalmente utilizada para a higiene pessoal. Pessoa esquerdinas devem ter este facto sempre em mente.
Israel: A República de Israel existe desde 1948. nas notícias de todos os dias, só se vê uma parte dela. A maior parte dos israelitas estão virados para o ocidente e são informais, exuberantes e expansivos na maneira de ser. A maioria dos judeus ortodoxos fazem os possíveis para impor um sistema apertado de leis religiosas no país. As coisas mais importantes para ter atenção: o Sabat começa ao pôr do sol de sexta-feira e vai até ao pôr do sol de sábado. Não há transportes públicos no Sabath (Haifa é a única excepção). Os judeus comem comida Kosher, não comem porco, nem crustáceos. A carne e os produtos lácteos devem ser comidos separadamente. Irá precisar de qualquer coisa que lhe cubra a cabeça para visitar a sinagoga. Para as mulheres será suficiente um lenço. Os homens devem usar a Kipa, que é uma espécie de gorro pequeno e redondo e que normalmente pode ser adquirida à entrada do edifício.
Rússia: Lembra-se do famoso «beijo fraternal» entre Honecker e Gorbachev? Se se lembra, esqueça-se, pois já está fora de moda. A atitude para com o vodak também esfriou em alguns sectores da população. Actualmente bebe-se mais um copito rápido, e os Russos esperam que o beba de uma só vez. Fazer um brinde curto e cordial também é de bom tom. A forma de se dirigir às pessoas é complicada. Em ocasiões oficiais, ou se há uma grande diferença de idades, precisa de saber o patronímico do seu anfitrião (e não apenas o nome próprio), de forma a dirigir-se a essa pessoa correctamente. Pjotr, filho de Ivan, por exemplo é Pjotr Ivanovich. Olga, filha de Ivan é Olga Ivanovna.
África do Sul: Três quartos da população são africanos negros, sendo a etnia de zulus a de maior contingente: mas há também os AmaXhosa, Shangaan-Tonga, bavenda, bapendi, AmaNdebele, Basotho, Botswana, AmaSwasi...Adivinhou! A África do Sul é um El Dourado de diferentes costumes e tradições e há onze línguas oficiais. A maior parte dos brancos conversam em africânder, mas um comprimento feito por um convidado em inglês será compreendido e aceite por quase todas as pessoas. Um africânder também aprecia um cordial «Goeie more» (bom dia). Os Zulus e os Swazi cultivam a fórmula poética de «sakubona», o que traduzido à letra é «» Eu vi-te! Um aperto de mão firme é bem-vindo. Os amigos de raça negra fazem um ritual de aperto de mão em três fases; primeiro, enganchando os dedos mindinhos, depois apertam os punhos de cada um e por fim engancham os dedos outra vez.
Índia: A Índia tem um sistema rígido de classes. Os próprios indianos têm consciência disso, e alguns preferem não ser questionados sobre o assunto. Tire os sapatos antes de entrar em casa de alguém ou num sítio sagrado. Quando estiver deitado, os seu pés não devem estar apontados para quadros ou esculturas de deuses. Contactos físicos em público são tabú. Muitos indianos têm uma atitude céptica em relação ao álcool; por essa razão, mesmo o melhor vinho não é aconselhável como prenda.
Tailândia: Aqui acredita-se que a soleira à porta é onde se aloja os espíritos bons. Por essa razão, nunca lhe ponha o pé em cima. Outra coisa que não deve pisar é uma nota de banco. Como tem o retrato do rei, calcar-lhe em cima é um caso sério de lesa-majestade. Nunca mostre as plantas dos pés. Os pés são considerados a parte mais humilde do corpo, e apontá-los a alguém é uma ofensa.
China: A China passou por um império e uma revolução. Os habitantes têm um espírito aberto, e nas grandes cidades assumem comportamentos ocidentais. Mas nas zonas rurais um passo em falso pode desencadear um motim. Se está em viagem de negócios, nunca se esqueça do seu cartão de visita. Tire-o de uma forma solene e entregue-o à pessoa que está está à sua frente com toda a cerimónia que conseguir reunir. E se lhe derem um de volta, não se limite a colocá-lo no bolso de forma desajeitada, mas mostre o seu apreço, colocando-o cautelosamente na sua carteira e mostrando-se sensibilizado pela honra. A pior coisa que pode fazer é espetar o arroz com os pauzinhos. É um gesto que vem dos rituais de sacrifício e é equivalente a um jacto de blasfémia.
Japão: Os Japoneses têm muitas maneira diferentes de fazer a vénia. Normalmente, o que interessa é o ângulo de inclinação: 45 graus é geralmente o mais adequado. Os estrangeiros são frequentemente cumprimentados com um aperto de mão. No Japão, o chão não serve apenas para andar por cima, também é utilizado para sentar e dormir. Por isso descalce-se antes de entrar na casa de alguém. Quando alguém espirra, os japoneses ignoram educadamente o facto e fingem que nada aconteceu. Afinal, espirrar não é um acto voluntário. A cultura japonesa é baseada no respeito pelos mais velhos. Os presidentes das empresas são normalmente já de uma certa idade, e durante as reuniões podem até adormecer sem que ninguém olhe para eles de soslaio. É sinal de confiança absoluta nos seus funcionários.
Austrália: Antes de ir à Austrália, decore a regras de críquete, ou então arrisca-se a ser excluído das conversas. E lembre-se de que a capital é Camberra e não Sydney. Os australianos parecem Ingleses mas não são. São rápidos a tratar as pessoas informalmente, e muitas vezes é apenas uma questão de minutos antes de o tratarem pelo nome próprio. Embora a Austrália seja famosa pelos seus magníficos vinhos, a venda de álcool é cuidadosamente regulada. Alguns restaurantes chegam a não ter nenhum! Mas se trouxer o seu próprio vinho, não será alvo de desaprovação.
Canadá: Nunca chame americano a um canadiano! Em Montreal e na província de Quebec, o francês é a língua principal. O inglês é falado em todas as outras províncias. Os canadianos adoram o cerimonioso «jantar sentado». Frequentemente, o convidado mais velho fará um pequeno discurso antes de servida a sobremesa.
Estados Unidos: Aqui nem sempre é fácil de calcular o nível certo de familiaridade interpessoal. Quase de imediato, será tratado pelo nome próprio, perguntar-lhe-ão tudo sobre a sua origem e depois despedem-se com um «Até logo!» Mas isto não deve ser levado muito a sério. A conversa de circunstância é uma arte muito utilizada nos contactos de negócios e há um grande entusiasmo pelo desporto, por isso tente contribuir com a sua opinião. Os fumadores vêem-se muitas vezes banidos para áreas especificamente reservadas para esse efeito. Embora os Americanos gostem de beber, o álcool não pode ser consumido na rua. As mulheres devem assegurar-se de que as pernas e os sovacos estão depilados. A higiene e a aparência são grandes prioridades. Por isso tente tomar um duche antes de ir a qualquer sítio.
México: Os Mexicanos respeitam a Igreja e os símbolos sociais. Por isso, os convidados devem fazer o mesmo. Quanto às famosas cervejas mexicanas, lembre-se que a lima é inserida na garrafa por questões de higiene, e não para misturar. É utilizada para limpar o gargalo, protegendo os que bebem da vingança de Montezuma.
Brasil: Os brasileiros gostam de cor e liberdade. Desde 2000, é permitido às mulheres fazerem topless nas praias do Rio de Janeiro. Outra coisa que vale a pena ver é o ritual do cumprimento. Normalmente, é feito através de um beijo em cada face, mas nalguns sítios é acrescentado um terceiro beijo. O que quer dizer «Que possa casar em breve». Mas aperte as mãos às pessoas que conhecem pela primeira vez.
Argentina: A etiqueta do bem vestir diz que os homens devem sempre usar fato, mesmo que as temperaturas sejam elevadas. Os homens argentinos têm muito orgulho no seu estatuto de caballeros. Esta atitude exigente do feito por medida também se aplica aos contactos pessoais. Certifique-se que chega a horas às reuniões de negócios e aos restaurantes. Se alguém o convidar para casa, é melhor chegar 10 minutos mais tarde.
Chile: Quando são apresentadas, as mulheres beijam-se na face direita e os homens apertam as mãos. A maior honra que pode fazer-se a um visitante é convidá-lo para um barbecue. Não se esqueça de levar consigo um bom vinho chileno como prenda. Tenha cuidado com os assuntos relacionados com política, pois a ditadura deixou marcas.
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1 Comentários |
| adelia on 01 February 2010 ,23:51 boas maneiras |
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