Cancro do intestino | Selecções do Reader's Digest

Cancro do intestino

Os tumores malignos do intestino delgado são extremamente raros, mas o intestino grosso é a segunda localizacão mais frequente de cancro (depois do pulmão).

Alguns tipos de tumores, como os carcinóides e os linfomas, podem ser encontrados tanto no intestino delgado como no intestino grosso.


Os tumores carcinóides têm um crescimemo muito lento e não provocam inicialmente quaisquer sintomas (contudo, podem alastrar para o fígado e dar então origem à síndroma carcinóide). Os linfomas, que lesam a parede intestinal e os gânglios linfáticos próximos, causam síndroma de mal absorção.


Causas


Não existe uma causa única para o cancro intestinal, mas sim uma série de possíveis factores contributivos.

A maior incidência do cancro do cólon (de longe o tipo mais comum de cancro intestinal) nos países ocidentais sugere um factor ambiental provavelmente dietético. Pensa-se que uma dieta rica em carne e gorduras e pobre em fibras aumenta a produção e concentração de carcinogénios.


Parece também existir um factor genético. Os irmãos, as irmãs e os filhos de pessoas que sofrern de cancro do cólon são mais susceptíveis que a população em geral de contrair a doença em fases posteriores da vida. O cancro do cólon ocorre frequentemente associado a outras doenças do cólon, como a colite ulcerosa e a polipose familiar.


Sintomas


Uma mudana inexplicável e prolongada no trânsito intestinal (prisão de ventre ou diarreia) pode ser um dos primeiros sintomas de cancro do intestino grosso.


Sangue misturado com as fezes (em oposição ao sangue das hemorróidas, que geralmente reveste as fezes) e um outro sinal de aviso importante, embora, se o tumor se localizar numa parte superior do cólon, o sangue possa só ser detectado por meios químicos.


Pode existir dor espontânea ou àpalpação da parte inferior do abdómen. Por vezes, contudo, não ocorrem quaisquer sintomas até o crescimento do tumor causar obstrução ou perfuração intestinal.


Diagnóstico e tratamento


Podem fazer-se análises das fezes, radiografias com bário, sigmoidoscopia e colonoscopia.


O tratamento depende do estádio de desenvolvimento do cancro, mas, na maioria dos casos, procede-se a uma colectomia parcial. Remove-se o tecido afectado e uma porção do tecido adjacente saudável; os topos seccionados são ligados por sutura. Se o cancro estiver num estádio localizado, a cirurgia é, em geral, curativa.


Prognóstico


O prognóstico a longo prazo depende do estádio em que foi descoberto o cancro. Mais de 50% dos doentes sobrevivern em boas condições de saúde durante, pelo menos, cinco anos após a colectomia. Os tratamentos não-cirúrgicos do cancro limitam-se a suspender o desenvolvimento e a disseminação do cancro e não tem efeito curativo.


Quanto mais precoce for a detecção do cancro, maiores são as probabilidades de recuperação total depois do tratamento. Todas as pessoas com mais de 50 anos que notem uma alteração súbita no trânsito intestinal devem consultar um médico sem demora.

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