Cálculos e inflamação da vesícula biliar | Selecções do Reader's Digest

Cálculos e inflamação da vesícula biliar

Os cálculos biliares são depósitos de cristais que se formam na vesícula biliar ou nos canais biliares (vias biliares).
Sintomas
Litíase vesicular: em geral, não dá sintomas e só se descobre numa ecografia ou radiografia. Por vezes, cólica hepática: dores intensas (espasmos) na zona superior direita do abdómen, que irradiam até à omoplata direita, por vezes com bloqueio da respiração, náuseas e vómitos. A crise dura algumas horas. Sem febre, no caso de uma cólica simples.
Colangite: cólica hepática, seguida de febre e icterícia.
Colecistite aguda: dores continuas na zona superior direita do abdómen, acompanhadas de febre e que se agravam ao toque.
 
 
Pessoas mais em risco
Em particular, as pessoas mais velhas (cerca de 20% aos 60 anos). Antes dos 60 anos, afecta sobretudo as mulheres. Nas crianças, é uma situação excepcional.
 
 
Porque dói?
Litíase vesicular: os cálculos (constituídos por uma mistura de colesterol, pigmentos biliares e cálcio) formam-se na vesícula biliar. A sua natureza, o seu tamanho e o seu número variam. A dor de uma cólica hepática deve-se à migração de um cálculo da vesícula para o colédoco, o que cria uma pressão intensa nos canais biliares.
Colangite: um cálculo bloqueado no colédoco impede o escoamento da bílis e provoca uma distensão dolorosa; as bactérias proliferam, criando inflamação, o que aumenta a dor.
Colecistite: os cálculos vesiculares criam lesões na parede da vesícula e evoluem, por vezes, para uma inflamação aguda, formando um abcesso vesicular (colecistite aguda). Noutros casos, a doença evolui para uma forma crónica, com dores atenuadas, e a vesícula atrofia-se. A longo prazo e em casos muito raros, poderá ocorrer cancro da vesícula.
 
 
O que pode fazer?
Consulte o médico, pois a angliocolite e a colecistite são situações que justificam hospitalização.
 
 
Que tratamentos?
Medicamentos
Litíase vesicular: dada a sua frequência e a reduzida taxa de complicações, trata-se apenas se houver sintomas significativos ou complicações. Nestes casos, retira-se a vesícula (colecistectomia] pelo processo cirúrgico clássico (com abertura do abdómen) ou por celioscopia (pequenas incisões que permitem a introdução de pequenas pinças). Este último método permite um pós-operatório mais curto, mas nem sempre pode ser utilizado.
Colangíte: administração de doses fortes de antibióticos por via intravenosa no hospital. Em seguida, por cirurgia clássica, celioscopia ou endoscopia retrógrada retiram-se os cálculos que estão a bloquear os canais.
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