Durante o meu tempo na Marinha, todos os meus colegas tiveram de...

Dificuldade em pronunciar

Durante o meu tempo na Marinha, todos os meus colegas tiveram de prestar serviço na cozinha ou como guardas, exceto eu. Não querendo ficar em apuros, perguntei ao sargento porquê.
«Como te chamas?», perguntou ele.
«Michael Zyvoloski»
«É por isso. Não consigo pronunciá-lo, muito menos escrevê-lo.»
 
 
Michael J. Zyvoloski, St. Cloud, EUA
 Ao retornar de uma temporada no Iraque, a minha irmã anunciou que a...

Comida caseira

Ao retornar de uma temporada no Iraque, a minha irmã anunciou que a melhor parte de estar em casa era ter comida novamente caseira: «A piza que tinha para o pequeno-almoço estava óptima!»
 
 
Garrett Lee Thorne, Colorado
 Pouco depois de me alistar no Exército, estava na fila com outros...

Experiência de comunicação por rádio

Pouco depois de me alistar no Exército, estava na fila com outros soldados quando o Sargento deu um passo em frente com as ordens do dia. Depois de distribuir as diversas tarefas, perguntou:
– Alguém aqui tem experiência de comunicação por rádio?
Como eu era operador há muito tempo, gritei:
– Sim, eu tenho!
– Óptimo, então pode abrir o buraco na terra para colocar o novo poste para o telefone – respondeu ele. 
 
 
Don Ketchum
 Quando éramos recrutas na Base Aérea de Lackland, em San Antonio, tínhamos ...

Guarda à caserna

Quando éramos recrutas na Base Aérea de Lackland, em San Antonio, tínhamos um serviço chamado «guarda à caserna». Um recruta tinha que ficar uma hora de sentinela à porta da sua caserna, permitindo a entrada apenas ao pessoal autorizado e alertando a unidade para a presença de um oficial.
Um coronel estava já há vários minutos dentro da caserna quando ouvimos a sentinela gritar:«Sentido!». Todos se perfilaram rigidamente, aguardando a entrada do oficial. Nessa altura, entrou um tenente. O nosso instrutor, percebendo que o inexperiente recruta pusera um coronel em sentido perante um oficial subordinado, correu para ele e berrou:
- Pôs um coronel em sentido perante um tenente. Que é que vai fazer agora?
Na sua mais convincente voz de comando, o recruta gritou:
- Meu coronel, descansar! À vontade!
KENNETH R. MCALlSTER. EUA

 Estávamos a ter uma aula teórica sobre tácticas de guerra. O instrutor,...

Fuzileiro 65

Estávamos a ter uma aula teórica sobre tácticas de guerra. O instrutor, um terceiro-sargento, estava a dar explicações sobre a composição de um grupo de combate, o seu papel táctico, etc. - um assunto aborrecido para rapazes de 18 anos. Mas era uma matéria que tínhamos de aprender para casos excepcionais. Com um calor abrasador, os 68 fuzileiros, confinados a um espaço mínimo e sentados em bancos, pareciam destilar. A meio da explicação, um dos fuzileiros levantou-se para beber água. Tudo estava quieto e todos os olhos se viraram para ele. O silêncio era total, tirando o som da água a encher o copo. Depois, outro copo... e ainda outro ... Muito irritado, o terceiro-sargento gritou:
- Fuzileiro 65!
O jovem, sobressaltado, fez logo a continência. O instrutor perguntou-lhe então, sob o olhar alarmado dos outros:
- Se todos aqui decidissem fazer o que acabou de fazer, o que é que aconteceria, fuzileiro 65?
- Ficávamos sem água, meu sargento! - foi a resposta imediata.
JOSÉ ROBERTO DE OLIVEIRA. Brasil

 Durante uma reunião de pessoal na base da Força Aérea, o capitão discordava...

Mundo militar...

Durante uma reunião de pessoal na base da Força Aérea, o capitão discordava de tudo o que estava a ser discutido. O comandante, um general, foi ficando cada vez mais aborrecido e fê-lo saber ao jovem oficial.
- Bem, meu general - disse o capitão -, duvido que tenha chegado a general concordando com tudo o que lhe era recomendado.
- Lá isso é verdade - respondeu o general, anuindo. - Mas foi assim que cheguei a major.
HAROLD R. LONGMIRE. EUA

 Durante a Tropa O meu pai e os colegas reclamavam da precariedade...

Assalto à despensa

Durante a Tropa

O meu pai e os colegas reclamavam da precariedade das refeições. Por isso, certa noite assaltaram a despensa e comeram o miolo das carcaças. Entretanto, fizeram um excelente «trabalho de caracterização» no pão, mantendo o exterior quase intacto. No dia seguinte, o cozinheiro disse:
- Meu sargento, é urgente comprar veneno para ratos. Os malandros comeram-nos o pão todo durante a noite, só falta roerem-nos os dedos.

Ana Vera Pinheiro. Águeda. Portugal



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