Uma das mais importantes é que os hidratos de carbono não engordam como anteriormente se pensava; pelo contrário, os alimentos amiláceos (ricos em amido, ou hidratos de carbono complexos), como pão, arroz, massa, cereais, batatas devem até constituir a base das nossas refeições.
Há diversas maneiras de aumentar o consumo destes hidratos de carbono, como, por exemplo, acompanhando as refeições principais com pão (mas não o barre com manteiga). Desta forma, obtém uma subida lenta e constante da glicose no sangue ao longo do dia, mantém os níveis de açúcar equilibrados e afasta a tentação de comer demais.
Além disso, os hidratos de carbono complexos são saciantes e, quando cozinhados com pouca gordura, têm poucas calorias. Se pretende perder peso, diminua o consumo de carne e de queijo e como mais amiláceos.
Mais legumes e fruta
Na alimentação ocidental, são poucas as pessoas que comem a dose recomendada de fruta e legumes. Doses generosas de fruta e de legumes fornecem fibras e vitaminas antioxidantes ao organismo, nomeadamente betacarroteno (que o organismo converte em vitamina A consoante as necessidades) e vitaminas E e C, que parecem estar ligados a uma menor incidência de doenças cardiovasculares, de alguns tipos de cancro e de certas afecções do intestino.
Beba sumos. Um copo de sumo natural é considerado como uma porção de fruta, mas lembre-se de que lhe faltam as fibras. Se comprar sumo embalado, prefira o natural e evite produtos com a designação de«bebida», «néctar» ou «cocktail» por terem muito açúcar e àgua.
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