Assim concluem dois grandes estudos que analisaram os dados sobre ataques cardíacos em hospitais. Bem podemos agradecer as melhorias na tecnologia, medicamentos e cuidados hospitalares para produzir uma queda de 3% no risco de morrer.

Por outro lado, também podemos dar algum crédito à utilização generalizada de medidas preventivas. Por exemplo, e segundo Mede Myerson, médica e directora do programa de prevenção das doenças cardiovasculares do Hospital St. Luke's-Roosevelt, em Nova Iorque, actualmente um ataque cardíaco parece menos provável de ser mortal se estiver a ser tratado para a hipertensão ou colesterol alto. Mesmo assim, há espaço para a melhoria.

E uma coisa não mudou: quem sofre um ataque cardíaco não será a pessoa mais rápida a ligar para o 112. «Muitas pessoas ainda pensam que a dor forte no peito é o único sintoma de um ataque cardíaco», defende Mede Myerson.

Avalie
Gosta deste Artigo?Vote!

Mais Populares em Consultas...

  1. NOTÍCIAS DO CANCRO: Melanoma
  2. Os especialistas da dor
  3. Gene da enxaqueca

Mais: Saber Viver

Faça um Comentário

Nome*
Email*
Comentário*

Favoritos da Semana

Receitas e Alimentos

Pão de chá com passas

Dicas e Truques

Cozinhar e poupar

Alimentação Saudável

O leite artificial

Destinos e Viagens

Vilar do Pinheiro

Notas de Lazer

Os que mais comem peixe

Consultas de Especialistas

Cuidado com os antibióticos

Precisa-se: Uma Boa História!

Escreva-nos e poderá ganhar:

50€ por cada história verídica e inédita que for publicada em Flagrantes da Vida Real.
20€ por cada texto publicado em Rir é o Melhor Remédio.

Envie-nos!