Boas notícias da unidade de cardiologia
Excelentes notícias da unidade de cuidados cardíacos: se sofrer um ataque cardíaco hoje, terá mais possibilidades de sobreviver e menos probabilidades de sofrer danos incapacitantes do que há uma década atrás.

Assim concluem dois grandes estudos que analisaram os dados sobre ataques cardíacos em hospitais. Bem podemos agradecer as melhorias na tecnologia, medicamentos e cuidados hospitalares para produzir uma queda de 3% no risco de morrer.
Por outro lado, também podemos dar algum crédito à utilização generalizada de medidas preventivas. Por exemplo, e segundo Mede Myerson, médica e directora do programa de prevenção das doenças cardiovasculares do Hospital St. Luke's-Roosevelt, em Nova Iorque, actualmente um ataque cardíaco parece menos provável de ser mortal se estiver a ser tratado para a hipertensão ou colesterol alto. Mesmo assim, há espaço para a melhoria.
E uma coisa não mudou: quem sofre um ataque cardíaco não será a pessoa mais rápida a ligar para o 112. «Muitas pessoas ainda pensam que a dor forte no peito é o único sintoma de um ataque cardíaco», defende Mede Myerson.
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